Coating cerâmico: dúvidas para carro branco novo

SpeedDemon

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Caríssimos, agradecia a vossa opinião!

Está para chegar a minha nova viatura e estou naquela fase de decidir o que lhe fazer a nível da proteção da pintura. PPF está fora de questão e estou aqui na dúvida entre qual será a melhor solução... O carro é branco e as hipóteses são :
1) Gyeon Duraflex;
2) Gyeon Cancoat + wetcoat;
3) Labocosmetica STC + HPC;
4) Labocosmetica BLINDO + HPC;
5) Meguiar HCW + CTX.

Venho de uma viatura com Duraflex mas que, com a pandemia, tem sido difícil de manter em condições... A viatura passa muito tempo na rua, é lavado nas lavagens automáticas e começa, com dois anos, a acumular muita contaminação na pintura. Daí estar a ponderar coatings da Labocosmetica mas, também, as soluções híbridas e de aplicação "mais fácil" em formato de lavagem automática...

Claro está que este trabalho será feito por alguém profissional, com a pintura descontaminada, polida e depois tratada (revestida).

Qual das soluções, para um carro branco, produz o melhor look? As soluções "híbridas" e em spray são uma solução? Posso é devo juntar as duas - por exemplo, um coating da Labo e depois uma CTX, wetcoat ouo Bazooka que não referi? Ou os coatings normais sofrem muito com a falta de manutenção e, nesta ótica, estes sistemas de spray são melhores?

Outra coisa: entre o Labo STC e o BLINDO, qual o melhor?

Opinem por favor que eu agradeço!

Um abraço, RP
 
Contaminação apanhas em todos os coatings. Tem isso em atenção. A manutenção é muito importante. Gosto muito da sequência de lavagens sugerida pela Labocosmetica, onde ciclicamente indica o Primus ou purifica para controlar essa questão da contaminação.
Da minha experiência destes anos com coating, é que isso faz a diferença.

Analisando bem essa sequência pode-se converter noutras marcas também, adaptando os produtos.



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SpeedDemon

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Contaminação apanhas em todos os coatings. Tem isso em atenção. A manutenção é muito importante. Gosto muito da sequência de lavagens sugerida pela Labocosmetica, onde ciclicamente indica o Primus ou purifica para controlar essa questão da contaminação.
Da minha experiência destes anos com coating, é que isso faz a diferença.

Analisando bem essa sequência pode-se converter noutras marcas também, adaptando os produtos.



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O problema foi meu, pois fiquei com a expetativa de o coating reduzir largamente os depósitos de contaminação... Aqui, a culpa é minha e, lá está, aconteceu por ter percebido mal os benefícios do produto (e se calhar ter ficado hipnotizado com algum vídeo do YT a dizer isso ou a mostrar autocolantes a não colar numa superfície com coating... .

Só uma pergunta sobre essa sequência da Labo para a manutencao: o Primus e o Purifica não atacam o coating? Ou seja, o coating não tem de ser reforçado após a lavagem com estes dois shampoos? Ou são agressivos o suficiente para remover a contaminação mas perfeitamente compatíveis com o coating?

Abraço, RP
 

Detalhe

Administrador
Staff
Nenhum deles ataca o revestimento. O processo completo, a fazer 2 ou 3 vezes ao ano, é:

Descontaminação férrea
Pre lavagem com o Primus
Purifica
Lavagem normal

No fim passar o Cure, Perfecta, FicTech Cargliss, etc


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SpeedDemon

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Amigos, a nível de aspeto, numa pintura sólida branca, haverá diferença entre o STC e o Blindo? Segundo a Labocosmetica há mas não consigo perceber se nas pinturas brancas sólidas esse efeito desvanece-se (pintura não metalizada, com pouca profundidade de cor...). Há por aqui alguém que tenha aplicado isto me pinturas brancas?
 
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