... Como é que se consegue ter a noção de quando se deve parar?
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Bem, é importante responder a esta. Eu tive o cuidado de preparar o Ricardo para o pior, porque mesmo com a ajuda do PTG não tinha a noção exacta da margem que tinha para trabalhar e podia perfeitamente calhar mal. Depois, ter o material certo ajuda muito, e as minhas lixadeiras Mirka valem o dinheirão que custam, porque deixam uma lixagem relativamente facil de recuperar no polimento.
Então, a ideia é ir lixando gradualmente e tentando recuperar o brilho, polindo. Não é boa ideia desvastar tudo de uma vez e depois ao polir chegar á conclusão que, oooppps, asneirei.
Lixar um pouco, polir, ver o resultado, repetir o processo as vezes necessarias, perde-se muito tempo mas trabalha-se com segurança. E se tiver de ficar um pouco menos que perfeito, seja. Há uma zona junto do esguicho que me deixou apreensivo e ficou com umas ligeiras marcas, mas ficou com verniz, e a sensação que eu tive foi que mais um bocadinho...e podia estragar tudo o que de bom já tinha sido feito. Ficaram uns risquinhos...mas ficou verniz, e é assim que eu acho que deve ser.
É bom que se frize que o resultado não foi perfeito, longe disso. A base estava longe de ser a melhor. Os plasticos, meus Deus, estão-me atravessados. Então uns pintados nas orlas do tejadilho...tentamos tanta coisa, as obvias e mesmo as menos convencionais, e o resultado confesso que me deixou bastante a desejar. Que bruxedo...
Obrigado a todos pelo incentivo, malta. Do coração...:fixe